segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

não sei o nome, mas é bonito.

Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço. Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas cairem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã.
— Caio Fernando Abreu

sábado, 1 de outubro de 2011

Porto de partida.... Ah... vira virou! ;-(

domingo, 18 de setembro de 2011

14:06hs - dia de sol

Deixem as cortinas fechadas, dinheiro não traz felicidade, sexo não traz amor, amor se existe, não chega de bandeja.
Todos me chamam de Lu, mas apenas alguns me chamam com o coração, dá pra contar nos dedos, outros me chamam por eufemismo, trocam o coitadinho, e numa aproximação falsa e mais que nojenta disfarçando um misto de ódio e necessidade de se auto ajudar, o fazem.

Tô cansado.

Learning walk again and again and again and again...

Seventeen forever...

Uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros. Caio Fernando Abreu

Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada “impulso vital”. Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te supreenderás pensando algo como “estou contente outra vez”. Ou simplesmente “continuo”, porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar”. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência. Caio Fernando Abreu

sábado, 4 de junho de 2011

negative words

Eu me esforço para não escrever palavras negativas aqui, mas não é fácil (ponto)

quarta-feira, 23 de março de 2011

E...

Rezando o Rosário, chorou feito urso e hibernou como criança.
Já nada entendia, adormeceu com o terço na pata.

sábado, 19 de março de 2011

It's a hard business

I've got nothing but trouble in my life
But I feel I've got a lot to give
Everyday I try to build a new world
But I've had no-one to build it with
Oh, I've been looking for a woman to share my hopes
And I know I ain't a patch on you
And I've been thinking that a woman's God's gift to man
Are you thinking the same way too?
Yeah

Brian May